sábado, 9 de novembro de 2013

Como são nossos salas de aulas



SALA DE PIANO DA PROF.ª ROSA,MUITO ESTUDO
SALA DE ESPERA AQUI A GALERA SE DIVERTE,
É O PONTO DE ENCONTRO ENTRE UMA AULA E OUTRA



 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

curiosidades musicais


Não são apenas os animes, séries e filmes que possuem “curiosidades curiosas” que podem ser contadas. Um dos assuntos que praticamente agrada a todos também tem: a música.
Em seu mundo, já nos deparamos com diversos fatos que vão desde o surpreendente e impressionante até o bizarro e engraçado. E que tal conhecer, alguns desses fatos? E se já conhece, não custa nada relembra-los.
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Música mais longa: As Slow As Possible (Tão Lento Quanto Possível)
Composta por John Cage, as três primeiras notas dessa música duraram 18 meses e atualmente ela ainda vem tocando. Em Halberstadt na Alemanha, inicialmente era para ser uma peça de piano que duraria cerca de 20 minutos.
Tocada através de um órgão, vem sendo executada desde 05 de setembro de 2001, seus organizadores esperam que ela dure exatamente 639 anos. Lembrando que essa idéia não foi de John Cage já que falecera em 1992, mas sim de um grupo de filósofos e músicos que queriam levar o título da música a sério.
 
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Álbum mais vendido: Thriller (Michael Jackson)
Com vendas entre 110 e 170 milhões de cópias (estimativa de diversas fontes), Michael lançou o álbum em 1983 e mesmo após a sua morte continua vendendo. Os álbuns “Their Greatest Hits 1971-1975” de 1976 da banda Eagles (42 milhões de cópias*) e “Led Zeppelin IV” de 1971, da banda Led Zeppelin (37 milhões de cópias*) ocupam a segunda e terceira colocação, respectivamente.
*Estimativas
 



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Música mais cantada: Happy birthday to you
Pode parecer brincadeira, mas não é. Originalmente americana e cantada em mais de 20 idiomas, foi criada em 1875 com nome “Good Morning To All”, mas em 1924 uma editora usou sua melodia e criou uma nova letra, que era muito fácil de decorar: quatro versos com apenas “Happy birthday to you”. Anos depois quando foi cantada em uma peça de teatro, a música se espalhou pelo mundo. Em 1942, o cantor Henrique Foréis Domingues promoveu um concurso para a versão brasileira dessa música. A vencedora? Bertha Celeste Homem de Mello, traduzindo a canção para “Parabéns a você”





 
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Artistas mais premiados: Michael Jackson e Whitney Houston
O segundo lugar fica com a cantora da famosa canção “I Will Always Love You” que, segundo o Guinness World Records, conquistou dois prêmios Emmy, seis prêmios Grammy, 30 Billboard Music Awards, 22 American Music Awards, num um total de 415 prêmios conquistados em sua carreira até 2010. Quanto ao Rei do Pop, Michael recebeu centenas de prêmios, que fizeram dele o artista mais premiado da história da música popular com vendas que superam as 750 milhões de unidades
mundialmente.



 
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Música mais depressiva: Everybody Hurts (REM)

No início desse ano, saiu uma pesquisa em que a música “Everybody Hurts” era a mais triste dos últimos tempos. Praticamente feita para quem se sente solitário, cansado, infeliz, abatido… Já não bastasse isso, tem um arranjo triste para “melhorar” a sensação.
Um estudo mostra que músicas “tristes” fazem sete a cada dez homens chorarem e 91% das mulheres admitiram ter chorado ao ouvir uma música nesse estilo.
 
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Pior composição: Life (Des’ree)
Em 2007 segundo a “6 Music” da BBC, Life, da cantora Desiree Weeks (Des’ree), foi escolhida a pior letra que uma canção poderia ter. Baseava-se numa votação em que os ouvintes opinavam sobre qual composição era a pior. Um trecho da música (traduzida):
"Não quero ver um fantasma / É a visão de que eu mais tenho medo./ Eu preferia pegar um pedaço de torrada / Assistir as notícias da noite.”
 
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Pior música: Friday (Rebecca Black)
Além dos “comuns ouvintes”, vários críticos declararam que essa era a pior música de todos os tempos. Mas antes dela surgir, a revista norte-americana Blender mostrou que a pior era “We Built This” (Starship). O vídeo de “Friday” já passava 38 milhões de visualizações no You Tube, mas a maioria dos comentários ridicularizava a canção. Infelizmente (ou felizmente) o primeiro vídeo, que no caso é o original, foi removido. Para Lady Gaga, Rebecca é “um gênio".
 
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Melhor música: Like a Rolling Stone (Bob Dylan)
Em 2004, segundo a revista “Rolling Stone”, essa música foi eleita a melhor de todos os tempos. Composta pelo próprio cantor foi lançada no ano de 1965. De acordo com a revista “nenhuma outra canção pop confrontou e transformou tão completamente as regras comerciais e as convenções artísticas da sua época". Foi interpretada por outros artistas, como Jimi Hendrix, Bob Marley e The Rolling Stones…
 
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Música mais regravada: “Ai se eu te pego” (Michel Teló) ?????
Antes de qualquer coisa, é brincadeira. Por inúmeras versões que existem dessa música, não é a mais regravada
Brincadeiras a parte, até hoje não existe um consenso sobre a situação. Oficialmente, “Yesterday” de Paul McCartney é considerada a mais regravada com 6 mil versões diferentes. Mas quem diga que seja “Imagine” de John Lennon ou ainda “Feelings” do brasileiro Morris Albert.
Depois de saber sobre isso, queremos suas opiniões sobre os tópicos deste post. Qual é a melhor música? Qual você mais cantou? E a pior letra?

terça-feira, 3 de setembro de 2013

10 CURIOSIDADES SOBRE O EFEITO DA MÚSICA NO SER HUMANO


A música é uma das expressões artísticas mais apaixonantes. Ela atua diretamente no nosso estado de espírito, expressa a cultura, nos diverte, além de permitir entender e expressar a realidade. Para comprovar isso, o site da Universia Brasil divulgou pesquisas feitas no mundo com 10 curiosidades que comprovam o poder da música sobre as pessoas.

1) Efeitos no desempenho: Ouvir música durante a leitura pode afetar a compreensão. Porém, na prática de atividade física e reações emocionais traz impactos altamente positivos.

(Fonte: pesquisadores da Universidade Chemnitz e da Universidade de Efurt, ambas na Alemanha)

2) Música favorita: A escolha da nossa música preferida está relacionada com os eventos de envolvimento emocional e as histórias vividas pelas pessoas. Escolhemos nossa música favorita por conta de eventos de intenso envolvimento emocional.

(Fonte: Rebecca Webb e Alexandra Lamont, pesquisadoras da Universidade de Keele, no Reino Unido)

3) Comportamento: Escutar músicas com letras socialmente positivas aumentam a vontade das pessoas de serem mais solidárias

(Fonte: pesquisadores da Universidade de Sussex no Reino Unido)

4) Aumenta a inteligência: Um estudo com 144 crianças comprovou um aumento de Q.I após os “pequenos” participarem de grupos de aula de música. Além disso, deixam elas mais alertas, dispostas e calmas

(Fonte: pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá)

5) Aumenta o gasto: Aumento de volume musical nos bares, eleva o consumo do álcool. Além disso, músicas românticas também aumentam as vendas em lojas de flores

(Fonte: cientistas da Universidade de Bretagne-Sud na França)

6) Rockstars vivem menos: Músicos do rock e do pop que ficam famosos entre três e 25 anos de carreira têm 1.7 vezes mais chances de morrer do que pessoas comuns da mesma idade. Causas: álcool e drogas (31%), acidentes (14%), violência e suicídio (9%), doenças cardiovasculares (14%) e câncer (20%).

(Fonte: Mark Bellis da Universidade de Jonh Moores, no Reino Unido)

7) Personalidade. Música prevê a personalidade dos ouvintes. Quem curte jazz, blues, música clássica e folk é emocionalmente mais estável. Além disso, são pessoas abertas para novas experiências, possuem boa capacidade de argumentação e inteligência acima da média. (Fonte: Segundo as pesquisas de Peter J. Rentfrow e Samuel D. Gosling)

8) Relaxar: Após eventos estressantes, ouvir pop e jazz tem o mesmo efeito restaurativo que o silêncio. Porém música clássica acelera estes efeitos deixando a pressão sanguínea normalizada bem mais rápido.”

(Fonte: Sky Chafin da Universidade da California, EUA)

9) Dor: Escutar sua música preferida durante períodos de dor pode aumentar sua a tolerância à ela, quando comparada a estímulos visuais ou silêncio.

(Fonte: Laura Mitchell, Raymond MacDonald e Christina Knussen)

10) Romance: Em um evento, 52,3% das mulheres tendem a passar os telefone quando estão escutando alguma música romântica. Quando a música tocada é neutra, a porcentagem cai para 27,9%.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A História das Teclas

Entre os mais antigos instrumentos de teclas, os irmãos mais velhos dos Teclados Musicais, estão o órgão, o clavicórdio e o cravo. Desses, o órgão é, sem dúvida o mais antigo, aparecendo no século 3 A.C, chamado de hydraulis. Desde que foi inventado até o século XIV, o órgão permaneceu como o único instrumento de teclas. Porém, algumas vezes, o órgão não possuía teclas, mas botões e alavancas que eram operados com a mão. Quase todo o teclado até o século XV tinha sete notas naturais (sem sustenidos ou bemóis) em cada oitava.
O clavicórdio e o cravo apareceram no século XIV, sendo o clavicórdio provavelmente o mais antigo. Durante o seu desenvolvimento, uma tecla Si bemol foi acrescentada para remediar o trítono entre o fá e o si, e outros semitons foram acrescentados. O clavicórdio e o cravo foram muito utilizados até que a adoção generalizada do piano a partir do século XVIII, após o quê, sua popularidade decresceu.
Enfim chegamos no irmão do meio, o Piano revolucionou os instrumentos de teclas, porque o pianista poderia variar o volume (ou dinâmica) variando o vigor com que cada tecla é pressionada. O nome completo do piano é “gravicèmbalo con piano e forte” significando “cravo com suave e forte” mas pode ser encurtado para “piano-forte”, que significa suave-forte em italiano.

Ondas Martenot Teclado Musical – A HistóriaO Ondas Martenot

Os instrumentos de tecla sofreram desenvolvimento no século XX. Mas foi no início deste século, mais precisamente em 1928 que foi inventado talvez o primeiro Teclado Musical Eletrônico, o Ondas Martenot (foto ao lado), ou ondium Martenot, considerado como o primeiro Instrumento de teclas eletrônico que pôde ser chamado de Teclado.
O Ondium Martenot, produzia um som ondulante com válvulas termiônicas de frequência oscilatória. O Ondas Martenot foi usado por vários compositores, em especial Olivier Messiaen, que o usou para a sua obra “Fête des Belles Eaux”, escrita para a Feira Mundial Internacional de 1937 em Paris.

Os Teclados Eletrônicos
Apesar disso, os Orgãos Eletrônicos foran os primeiros instrumentos totalmente eletrônicos da história, desenvolvidos no final do século XIX. Eles usavam um oscilador e divisores de frequência junto com uma rede de filtros para produzir formas de ondas.
Desde então, muito esforço foi sendo despendido na busca de um instrumento que soasse como o piano mas sem o seu peso e tamanho. O piano elétrico e o piano eletrônico foram os esforços iniciais que não foram bem sucedidos na época.
sintetizador moog Teclado Musical – A História
Porém, nos anos 60 houve um significativo desenvolvimento dos teclados sintetizadores, que aliás continua até hoje, provavelmente os primeiros Teclados Musicais que reproduziram satisfatoriamente o timbre de um Piano e sons de outros instrumentos. Um dos primeiros sintetizadores mais notáveis foi o gigante Moog (foto ao lado), que utilizava um circuito analógico. Com o tempo, os sintetizadores digitais se tornaram comuns.
Teclados com gravador de fita foram inventados nos anos 1940 e ganharam popularidade em fins dos anos 1960 e nos anos 1970. O exemplo mais conhecido é do Mellotron. Estes instrumentos se tornaram obsoletos com a invenção dos samplers capazes de repetir samples em qualquer altura.
Hoje, os teclados musicais atuais têm facilidades como telas de cristal líquido (LCD), vozes e estilos altamente realísticos e gravações MIDI… entre muitos outros recursos.

A Origem do Violão


historia do violao A História e a Origem do Violão

A História do violão
Na verdade, quando se fala na Origem do Violão, surgem sempre duas hipóteses prováveis. Uma delas é de que o violão tenha sido derivado do Alaúde Caldeu-Assírio, que os Egípcios, os Persas e os Árabes levaram junto para a Espanha. A outra hipótese é de que o violão sofreu diversas transformações e adaptações a partir de um instrumento grego denominado Kethara Grega ou Assíria (que foi precursora da Cítara ou Fidícula romana), da Rotta ou Crotta medieval inglesa e, finalmente, da Vihuela que surgiu na Espanha no Século XVI. Porém, a origem do Violão data de muito antes, muito mesmo, cerca de 2000 anos Antes de Cristo.

A Origem do Violão

Na antiga Babilônia arqueologistas encontraram placas de barro com figuras seminuas tocando instrumentos musicais, muitos deles similares ao violão atual (1900-1800 a.C). Um exame mais detalhado nos mostra que há diferenças significativas no corpo e no braço.
O fundo é chato, portanto sem relação com o alaúde, de fundo côncavo. As cordas são pulsadas pela mão direita, mas o número de cordas não é preciso mas em algumas placas pelo menos duas cordas são visíveis. Indícios de instrumentos similares ao violão foram encontrados em cidades como Assíria, Susa e Luristan.
EGITO: O único instrumento de cordas pulsadas era a HARPA de formato côncavo que depois foi acrescentada de um braço com trastes cuidadosamente marcados e cordas feitas de tripa animal. Pouco tempo depois estas características se combinariam e evoluíram para um instrumento ainda mais próximo do violão.
ROMA: Instrumento totalmente de madeira surge (30 a.C-400 d.C) . O tampo que antes era de couro cru (semelhante ao banjo) agora é de madeira e possui cinco buracos. É importante frisar que nas catacumbas egípcias foram encontradas instrumentos com leves curvas características do violão.
O primeiro instrumento de cordas europeu, de origem medieval data de 300 anos depois de Cristo, e possuía um corpo arredondado que se interligava com um braço de comprimento considerável. Este tipo de instrumento foi utilizado por muitos anos e foi o antepassado provavelmente da teorba.
Há também a descrição de outro instrumento datado da Dinastia Carolingian que pode ser de origem tanto alemã como francesa.Este instrumento possuía formato retangular e seu corpo era equivalente ao seu braço.
Em ilustrações pode se observar que na “mão ” do instrumento ( de formato arredondado) se encontravam de quatro e as vezes cinco tarraxas de afinação, com um número de cordas equivalente. Este instrumento manteve seu formato e suas definições até o século quatorze.
Alaúde A História e a Origem do Violão
Alaúde
Paralelamente á este instrumento, outro começou a se desenvolver. Possuía leves curvas nas laterais do corpo tornando-o mais anatômico e confortável. Descrições deste instrumento foram encontradas em catedrais inglesas, espanholas e francesas datadas do fim do século quatorze. Surgia então a guitarra.
É importante frisar que haviam distinções, como a guitarra Latina e a guitarra Morisca. A guitarra Morisca , como o nome indica, tinha origem Moura, devido a colonização da Espanha e da África do Norte.
Este instrumento possuía um corpo oval e o tampo possuía vários furos ornamentados chamados de Rosetas. Era totalmente remanescente do Alaúde, e dentro deste conceito uma série de outros modelos, com diferentes números de cordas também existiam . 
Já a guitarra Latina , tinha as curvas nas laterais do corpo que marcariam o desenho já quase definitivo do instrumento. A guitarra latina ( assim como a Morisca ) gozavam de grande popularidade e gosto na Europa Medieval.
guitarra latina A História e a Origem do Violão
Guitarra Latina
Essa popularidade se devia principalmente a presença dos “Trovadores”, músicos de natureza nômade que com suas performances e constantes viagens enriqueceram a cultura européia e impulsionaram a popularidade e reconhecimento do instrumento.
Até a Idade Média as informações sobre a guitarra eram obtidas de maneira indireta na sua maioria, através de afrescos, pinturas e pequenas anotações da época. A partir do período Barroco, as informações sobre instrumentos em geral e sobre música são muito mais claras e precisas.
Embora não seja bem definida, pois existem segundo musicólogos várias teorias para o sua criação, como dito no início do texto, hodiernamente apresentam-se duas, citadas por Emílio Pujol na sua conferência de nome “La guitarra y su História” que ocorreu em Paris no dia 9 de Novembro de 1928, onde resolveu que:
A primeira hipótese é de que o Violão seria derivado da chamada “Khetara grega”, que com o domínio do Império Romano, passou a se chamar “Cítara Romana”, era também denominada de “Fidícula”.
Teria chegado á península Ibérica por volta do século I d.C. com os romanos; este instrumento se assemelhava á “Lira” e, posteriormente foram acontecendo as seguintes transformações: os seus braços dispostos da forma da lira foram se unindo, formando uma caixa de ressonância, a qual foi acrescentado um braço de três cravelhas e três cordas, e a esse braço foram feitas divisões transversais (trastes) para que se pudesse obter de uma mesma corda a ser tocado na posição horizontal, com o que ficam estabelecidas as principais características do Violão.
A segunda hipótese é de que o Violão seria derivado do antigo “Alaúde Árabe” que foi levado para a península Ibérica através das invasões muçulmanas, sob o comando de Tariz.
Os mouros islamizados do Maghreb penetraram na Espanha cerca de ( 711 ) e conseguiram vencer o rei visigodo Rodrigo, na batalha de Guadalete. A conquista da península ( 711-718 ), formou um emirado subordinado ao califado de Bagdá.
O Alaúde Árabe que penetrou na península na época das invasões, foi um instrumento que se adaptou perfeitamente á s atividades culturais da época e, em pouco tempo, fazia parte das atividades da côrte. Acreditava-se que desde o século VIII tanto o instrumento de origem grega como o Alaúde Árabe viveram mutuamente na Espanha.
historia violao A História e a Origem do Violão
Isso pode-se comprovar pelas descrições feitas no século XIII, por Afonso, o sábio, rei de Castela e Leão ( 1221-1284 ), que era um trovador e escreveu célebres cantigas através das ilustrações descritas nas cantigas de Santa Maria, que se pode pela primeira vez comprovar que no século XIII existiram dois instrumentos distintos convivendo juntos.
O primeiro era chamado de “Guitarra Moura” e era derivado do Alaúde Árabe. Este instrumento possuía três pares de cordas e era tocado com um plectro (espécie de palheta ); possuía um som ruidoso. O outro era chamado de “Guitarra Latina”, derivado da Khetara Grega.
Ele tinha o formato de oito com incrustações laterais, o fundo era plano e possuía quatro pares de cordas. Era tocado com os dedos e seu som era suave, sendo que o primeiro estava nas mãos de um instrumentista árabe e o segundo, de um instrumentista romano.
Isso mostra claramente as origens bem distintas dos instrumentos, uma árabe e a outra grega; que coexistiram nessa época na Espanha. Observa-se, portanto, como a origem e a evolução do Violãoorigem violao A História e a Origem do Violão estiveram intimamente ligadas á Espanha e a sua história.

Como surgiu o nome “Violão”?

Em outros países de língua não portuguesa o nome do Violão é guitarra, como pode se ver em inglês (Guitar), francês (Guitare), alemão (Gitarre), italiano (Chitarra), espanhol (Guitarra).
Aqui no Brasil especificamente quando se fala em guitarra quer se denominar o instrumento elétrico chamado Guitarra Elétrica. Isso ocorre porque os portugueses possuem um instrumento que se assemelha muito ao Violão e que seria atualmente equivalente á nossa “Viola Caipira”.
A Viola portuguesa possui as mesmas formas e características do Violão, sendo apenas pouco menor, portanto, quando os portugueses se depararam com a guitarra (Espanhol), que era igual a sua viola sendo apenas maior, colocaram o nome do instrumento no aumentativo, ou seja, Viola para Violão.
Referências Bibliográficas: A Evolução do Violão na História da Múscica / autor : Eduardo Fleury Nogueira / 1991 / São Paulo. História do Violão / autor: Norton Dudeque / 1958 / Curitiba. http://www.violaobrasil.com.br/historia-do-violao

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

curiosidades


A verdadeira fortuna      de     Beethoven

Conta-se que um dia Beethoven foi visitar o irmão mais novo, Johann, que a essa altura era um homem rico. Na entrada da mansão, um criado ofereceu-lhe, numa salva de prata, um cartão de visitas onde estava escrito: "Johann van Beethoven, proprietário de terras". O compositor pegou o cartão e, instantes depois, devolveu-o ao criado, após escrever no verso do papel a seguinte anotação: "Ludwig van Beethoven, proprietário de um cérebro".

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Fotos de Recitais

Da esquerda para a direita, Profª Juliete Venâncio, Profª Ana Cássia, Profª Rosa Belfort e Prof. Marcos Viscovini - 2010

 Da esquerda para a direita, Prof. Celso, , Profª Rosa Belfort, Prof. Marcos Viscovini e Profª Juliete Venâncio - 2010
 Bastidores do Recital 2010



Escola  Livre Art Musical.
Ano 2001, mês: agosto, da união de duas amigas, Rosa Belfort e Josefa Abid, nasceu a ESCOLA LIVRE ART MUSICAL.
No principio a escola possui apenas  duas salas, dois cursos e  11 alunos.
A luta foi árdua mas a vontade de superar as dificuldades sempre persistiu, buscando criar uma escola que ensinasse música de forma mais dinâmica e rápida.
Com a procura crescente por novos cursos em 2004 foi implantado o curso de violão e em 2006 o curso de violino.
Em 2008, a escola muda de endereço para um espaço maior e mais organizado para receber novos alunos. Neste ano a Prof.ª Josefa se afasta da parceria da e a Prof.ª Rosa Belfort assume, com ajuda de seus professores, Marcos e Juliete, a administração da escola.
Na busca de novos profissionais, alguns alunos que se destacaram, tiveram a chance de ingressar como estagiários e depois titulares dos cursos. Assim foi com Juliete Venancio, que trabalhou de 2006 a 2012, Ana Cássia, que atualmente é professora de teclado, e o último foi o aluno Danilo Donegá que assumiu o curso de violão.
Não se esquecendo de muitos profissionais que ajudaram nessa trajetória, Prof. Marcos Viscovini, Prof.ª Jaqueline Melo, Prof.ª Jaqueline Guia, Prof. Celso Jacinto.
Atualmente o corpo docente e administrativo da escola é composto por:
Prof.ª Rosa  – piano
Prof.ª Ana Cássia – teclado
Prof. Danilo – violão
Prof. Léo – violino
Prof.ª Daniela – Técnica vocal
Karen - secretaria
Sempre buscando inovar a Prof.ª Rosa e sua equipe não mede esforços para inovar e buscar qualidade sempre.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Bem vindo ao Blog da Escola Livre Art Musical, aqui serão postadas novidades sobre a escola e sobre o mundo da música